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O calor do quarto fazia alto contraste com o de fora, a chuva caia, mas o seu barulho era facilmente esquecido pelos barulhinhos que saiam da boca de Diluc.
Tinha estado um dia agradável em Mondstadt, afinal hoje era feriado, para alguns, e como em todos os feriados havia uma festança sem fim, assim como hoje. Varka, o grande mestre dos cavaleiros de favonius, havia voltado recentemente da expedição, assim como todos os outros cavaleiros que foram com ele, o que apenas fez com que a festa fosse maior ainda.
As tavernas estavam completamente cheias, o que não era diferente na Presente dos anjos, copos eram erguidos, músicas eram tocadas e o pior, vozes e risadas altas, a que mais se destacava era com certeza a do grande mestre, que já havia bebido mais do que aguentava, junto com os seus outros companheiros de mesa, para o desprazer do dono.
Hoje deveria ser apenas Charles na taverna, mas com o feriado e a volta dos cavaleiros, Diluc achou crueldade demais com o funcionário e decidiu ajudá-lo, mesmo que o mesmo tivesse dito e redito que estava tudo bem, que ele aguentava um dia inteiro sem ajuda… Mais mentira impossível, eram apenas nove da noite, duas horas que a taverna havia aberto, e Charles já havia reclamado das costas baixinho, esperando que o chefe não ouvisse umas nove vezes.
Esse também não era o motivo de Diluc estar ali, quer dizer talvez oitenta por cento fosse, mas os outros vinte por cento estavam ali, uma mesa no fundo do segundo andar, sentado na cadeira do lado da parede, estava Capitano, o primeiro mensageiro fatui, o seu capacete ainda estava no rosto, impedindo assim a visão deles para ver as expressões que fazia.
Ele estava sentado junto com Varka que agora falava sem parar sobre a expedição, e como tinha sentido saudades do vinho local, Capitano apenas ficava quieto, ou assentia uma vez ou outras, deixando as palavras para momentos realmente importantes. Diluc havia estado lá em cima mais vezes do que seria esperado, alguns, como era o exemplo de Kaeya e Venti, que sussurravam com Rosaria em um canto, pensavam que se tratava de Diluc estar incomodado pela presença do mensageiro… ò Arcontes. Eles não poderiam estar mais errados.
Diluc e Capitano haviam se conhecido há dois anos, o ruivo vagava pelas terras da nação cryo quando deu de caras com o mensageiro, eles falaram durante um tempo e lutaram durante outro, Diluc obviamente perdendo para o outro. Essa foi a primeira vez que se viram, na segunda houve outra luta, e na terceira houve mais uma luta que acabou “acidentalmente” com os dois na neve Capitano por cima de Diluc, e sons baixos soltando-se da boca do mais novo.
Desde então, fazia um ano que haviam oficializado o relacionamento, obviamente ninguém sabia, ninguém exceto Adelinde, mas não dava para esconder nada daquela mulher, sendo sincero Diluc nem tentou, e o mensageiro muito menos, a primeira vez que se viram Capitano deixou escapar que ele e Diluc namoravam, desde então Adelinde e todos os outros que trabalham para ele sabem e tratam Capitano como se fosse da família, o moreno até havia começado a andar sem máscara e a usar o seu nome verdadeiro, apenas para ficar mais perto de Diluc, sem que houvesse mil e uma pessoas a falar sobre, não que já não houvesse, mas haveria muitas mais se fosse, Capitano em vez de Thrain.
Eram quase meia noite, mesmo que a taverna continua-se aberta por mais uma hora, muitos, os de bom senso, como Diluc os chamava e Charles ria disso, já tinham ido embora, não antes de comprar uma garrafa para terminarem a festa em casa, agora apenas restava, o grupo de Kaeya que era composto por ele, Rosaria e Venti. Diluc olhava feio para Venti sempre que passava por eles, o bardo tentava conter a risada e continuava a fingir que estava completamente bêbado. E o outro grupo, Capitano e Varka que haviam se juntado ao outro grupo.
Diluc havia começado a limpar as mesas lá em cima, aproveitando que não restava ninguém, enquanto Charles ia atendendo aos pedidos do grupo que haviam mudado para a mesa ao lado do balcão, o que Charles agradeceu mentalmente por isso. Diluc terminava de limpar mais uma mesa e por as cadeiras para cima para depois limpar o chão quando ouviu mais barulho do andar de baixo, olhou pela varanda que havia em cima.
Venti e Varka estavam completamente caídos no chão, pelos vistos eles haviam tentado dançar alguma coisa juntos e caíram um em cima do outro, Diluc até sentiu vontade de rir vendo a cara do arconte desesperado e a reclamar do peso de Varka, este que parecia ter adormecido em cima dele, felizmente Capitano estava ali e ajudou venti a se libertar, o bardo agradeceu e logo olhou para cima, deu um leve sorriso a Diluc e assentiu, rapidamente Diluc sentiu o rosto ficar avermelhado e afastou-se do corrimão de madeira.
Desde que Thrain havia chegado a Mondstadt Venti, ou melhor dizendo Barbatos, havia feito milhares de pequenos testes com ele, dizendo ele que só queria o melhor para as suas crianças, e agora ele confirmava que Capitano era bom para ele… Mesmo não querendo admitir ter a benção de um Arconte fazia Diluc ficar muito mais aliviado.
Mais uma vez o ruivo ouviu barulho, desta vez eram de cadeiras rangendo e vozes a despedirem-se, logo Charles já estava ao seu lado, ajudando-o a pôr as cadeiras para cima, “Charles” Chamou a atenção do mais velho que olhou para ele, “Vai descansar, eu termino isso”
“Mestre Diluc, eu consigo…” Mal terminou de colocar mais uma cadeira para cima que soltou um leve insulto, e rapidamente levou a mão às costas, “Certo, certo… mas só hoje!” Disse despedindo-se do seu chefe e saindo pela porta da frente.
Não demorou muito, na verdade apenas alguns segundos a mesma porta foi aberta, passos pesados entraram, e a porta foi de novo fechada, Diluc não perguntou quem era, nem precisava, logo a sua cintura estava sendo envolvida e o barulho de algo pesado e de metal caindo sobre a mesa foi ouvido. “Ei” Disse soltando o pano da sua mão e olhando para Thrain, os seus olhos azuis pareciam estar a divagar por um mar tempestuoso, “Está tudo bem?” Perguntou o ruivo se virando para ele, a sua cintura ainda envolvida pelos braços fortes do outro.
“Sim” um leve sussurro, quase inaudível, o mestre apenas o conseguiu ouvir por estar perto dele, logo os braços de Dilic estavam sobre o pescoço do outro, “Certeza, meu amor?” Um sorriso bobo apareceu nos lábios de ambos, ainda era um pouco estranho isso, mas deixava os dois parecendo adolescentes bobos.
“Agora sim, minha fênix” levou as mãos mais para baixo, pegando com força das coxas do ruivo e o levantando até sentá-lo na mesa, onde mais ao lado estava o seu elmo, um barulho baixo de surpresa foi ouvido de Diluc que se agarrou com mais força ou outro, este que já estava entre as pernas do menor.
Os seus rostos se aproximaram, a respiração de ambos batia contra a cara um do outro, os olhos azuis misturavam-se com os vermelhos formando um roxo meio violeta. A mão do fatui subiu, nunca deixando o corpo do outro, logo já estava a segurar o queixo de Diluc, elevando-o para cima, os seus lábios finalmente se tocando, depois de várias horas de tensão entre eles, onde os dois apenas queriam se tocar, deixar o mundo de lado, e se perder nos próprios sentimentos, ainda mais depois de um mês longe, com Varka tendo praticamente agarrado em Capitano e o levado para alguma missão assim que soube que o mensageiro estava em Mondstadt.
Diluc seguravam Thrain, os seus braços em volta agora de sua cabeça, os seus prendendo-se entre os fios de cabelo pretos, segurando-o e obrigando-o a ficar perto dele. O beijo foi escalonando lentamente, de apenas um selinho para algo mais profundo, ainda mais quando Thrain sentiu a língua de Diluc pedindo permissão, um sorriso maior abriu-se no seu rosto, não era só ele que estava desesperado na verdade, ele deu permissão abrindo a boca e uma dança de línguas começou, nenhum tentou tomar o controle, eles apenas dançaram até não terem mais fôlego para isso.
Mais uma vez o contacto, os olhos tendo a sua própria dança enquanto a mão que estava no pescoço de Diluc descia até sua camisa, “Espera… espera, aqui não” Thrain semicerrou os olhos e soltou um leve e pequeno som de descontentamento o que fez Diluc rir, “Porque? Eu depois limpo” Disse o mensageiro, era por esta parte que Diluc havia se apaixonado, o mensageiro era uma parte, que ele também amava e que amou primeiro, mas Thrain, o verdadeiro Thrain conseguiu conquistá-lo em segundos.
“Há um pequeno quarto aqui, ali” Apontou para uma pequena porta fechada ao fundo da varanda, em um segundos eles ainda estavam nas mesas, no outro Diluc afundou no colchão da cama, e Capitano ajoelhou-se entre as pernas dele, o ruivo apoiou-se nos cotovelos, os olhos do mensageiro sobre ele sempre causaram-lhe arrepios, Diluc parecia uma presa enquanto o maior era um caçador pronto para devorar cada pedacinho do seu corpo.
Thrain rapidamente retirou as levas, facilitando assim desabotoar os botões da calça de Diluc, o menor estremeceu só de pensar no aseguir, agora o quarto parecia quente demais para eles os dois, um barulho no fundo captou levemente a atenção de Diluc, a chuva a bater contra a janela completamente embaçada com a diferença de temperatura do interior para o exterior… Ele nem se apercebeu de que chovia.
Capitano puxava com cuidado as calças de Diluc, ele sempre fazia isso, talvez porque uma vez ele simplesmente despedaçou-as na primeira vez que se viram depois de snezhnaya, agora ele sempre tinha cuidado. “Espera” Disse antes de Thrain sequer conseguir passar as calças pelos seus joelhos, o moreno rapidamente parou e olhou para cima, “Está tudo bem, minha fênix?”
“Sim, está… podemos, podemos fazer ao contrário hoje?” Capitano inclinou levemente a cabeça para o lado os seus olhos interrogando Diluc, sobre o que raios ele queria dizer, até finalmente entender e assentir, levantando-se do chão e sentando-se ao lado de Diluc, rapidamente o ruivo assumiu o lugar do fatui e ficou por entre as suas pernas.
Diluc sentiu o rosto corar e aquecer completamente enquanto Thrain desabotoava os botões das calças, retirando com certa rapidez o seu membro já completamente duro para fora, o ruivo engoliu em seco quase, mesmo já tendo um ano de namoro e mais um de encontros casuais, nunca tinham feito desta forma, mesma assim o ruivo não deu um passo para trás, ele queria dar prazer ao seu namorado, então era isso que faria.
O menor envolveu o membro com uma mão, os seus dedos mal se tocavam de tão grosso que era o membro do outro, devagar ele foi dando algumas lambidas, testando as águas, mas rapidamente ganhou coragem quando começou a ouvir pequenos e baixos gemidos vindo do outro, a mão grande dele envolveu os seus cabelos ruivos, puxando-os levemente e com cuidado para mais perto do seu membro, “Muito bem, minha fênix, muito bem” disse o maior entre suspiros.
O mestre finalmente ganhou coragem e abocanhou primeiro a cabeça, Thrain sentia o corpo aquecer mais do que já estava só com aquela imagem, ele nunca foi de rezar, mas agora rezava para que aquele momento se internalizasse na sua mente. O ruivo fechou os olhos enquanto engolia mais do membro do outro, lágrimas brotavam como flores no canto dos olhos dele, “Respira, isso mesmo, respira” O mensageiro encorajava Diluc, dando instruções para ele, quase não precisava, só de ter a boca dele à volta do seu pau já o fazia ver estrelas de prazer.
O membro dele finalmente atingiu o fundo da garganta do ruivo, depois de alguns minutos com alguns ânsias de vômito, mas no fim ele conseguiu, Thrain ficou parado, dando espaço para Diluc fazer o que quisesse, mesmo que a sua vontade fosse fuder a garganta dele até o limite, ele iria se conter, era a primeira vez do menor, talvez na próxima.
Alguns segundos passaram, Diluc respirava profundamente pelo nariz, o cheiro salgado inundava o seu nariz, mas não era ruim. Finalmente ele se moveu, fazendo leves movimentos de vai e vem, Capitano segurando seus cabelos, ajudando-o a achar um bom ritmo. Rapidamente esse ritmo aumentou, Capitano sorria enquanto sons saiam dos seus lábios, sons de puro prazer, Diluc sentia sua garganta queimar, e sua mandíbula começar a queimar de ficar tanto tempo sendo forçada ao máximo, mesmo assim ele continuou.
O clima do quarto só aumenta, assim como a chuva que agora caia em peso lá fora. Os gemidos de Thrain foram ficando cada vez mais altos, ele conseguia sentir a pressão aumentando no seu inferior, e finalmente a libertação, “Diluc!” Um grito que percorreu o quarto, um aviso que chegou levemente tarde, ele libertou-se bem fundo na garganta do ruivo, que engoliu tudo com algumas lágrimas ainda presentes nos seus olhos.
Capitano retirou o seu pau da boca de Diluc, um som molhado sendo feito quando passou pelos seus lábios, que agora estavam vermelhos e levemente inchados. “Tudo bem?” Perguntou já puxando com cuidado o outro para cima, sentando-o ao seu lado, “Sim, sim está” Disse mexendo a mandíbula que ainda doía.
Mesmo tendo já alcançado a sua libertação, o mensageiro estava longe de estar satisfeito, afinal, a sua fênix ainda não tinha chegado, e Thrain iria garantir que uma vez só, não fosse o suficiente. Agora, Diluc estava deitado na cama, as costas contra o colchão e a sua camisa e colete a metros de distância deles, assim como todas as outras roupas que eles usavam antes.
Mais uma, Capitano estava de joelhos entre as pernas de Diluc, desta vez no colchão, um pano encontrava-se por baixo do ruivo, ele não queria ter de precisar explicar o porquê de os lençois estarem a ser mudados, já explicou uma vez para Adelinde e foi… foi algo.
“Posso?” Perguntou pela terceira vez, e recebeu a mesma resposta em todas elas, “Por favor” Desta vez ele mexeu-se, segurando os quadris de Diluc elevando-os levemente no ar, a entrada já molhada e ansiosa para ser preenchida, Capitano puxou levemente os lábios, abrindo-a ainda mais, fazendo Diluc já de cara dar um gemido mais alto que antes, e assim continuou quando Thrain colocou a língua, o gosto viscoso inundando a sua boca, ao qual ele teve o maior prazer de engolir como se fosse um homem esfomeado e este fosse o seu banquete.
Diluc cravava as unhas nos lençóis agarrando-se aos amontoados dele como se fossem uma tábua de salvação. “Thrain…” Mais baixo, mais desesperado, os olhos do mencionado se ergueram para ele, as suas pupilas dilatadas enquanto o líquido escorria pelo seu queixo, “Eu preciso… por favor, eu preciso de ti.”
Infelizmente para Diluc, hoje Thrain seria um homem ganancioso, que tentaria levar mais do que conseguiria, mesmo sentido a dor do seu pau negligenciado, ele continuou, os seus dentes afiados pressionados contra a buceta de Diluc piorando ainda mais a situação dele, que não aguentou muito tempo, mal começou a sentir o calor no estômago, um grito foi tudo o que Capitano teve antes do corpo dele tremer e desmanchar-se na boca dele.
Ele finalmente colocou-o para baixo, aproximando-se ainda mais de Diluc, o seu pau provocando a entrada dele que se contraia em torno do nada. A mão de Thrain acariciava com gentileza o rosto de Diluc, limpando as suas lágrimas, “Amor…” Chamou Diluc estendendo os braços para Capitano, que nem pensou antes de se deixar envolver pelos braços do outro, abraçando-o de volta, acariciando o seu cabelo.
“Por favor” Implorou com a voz dolorida, as suas unhas arranhando as costas do maior, “Não implores meu amor, não precisas disso” Uniu levemente os seus lábios, um beijo fraco mas carregado de sentimentos, o fatui olhou para baixo, o seu pau doía mais ainda, ele esfregou-se contra, foi o suficiente para mais um par de gemidos rolar pela sua boca.
Ele não o preparou, não precisava, e sentia que se fizesse isso Diluc iria matá-lo, “Só um minuto, eu preciso…” Ia se levantar da cama mas Diluc envolveu as pernas na cintura dele, prendendo-o ali, “Minha fênix…” Disse, o seu olhar suavizando-se, “Não é preciso, apenas… apenas vai, por favor” Mais um, Diluc implorava, estava desesperado, e mesmo que Capitano odiá-se isso, ver Dilui Implorar, desesperado por ser preenchido pelo seu pau, fez-o ficar completamente duro de novo, mesmo assim eles não podiam arriscar.
“Minha fênix, nós não…” Diluc cortou-o no meio, “Engravida-me, por favor, apenas preenche-me.” Capitano não sabe o que aconteceu, mas aquelas palavras ressoaram pela sua cabeça, em um único movimento Thrain enfiou-se completamente dentro de Diluc, tirando o ar dos pulmões dele. Movimentos rápidos e agressivos, que faziam Diluc gritar por cima do barulho da chuva, que mesmo forte não era nada comparada com Diluc e o barulho dos seus corpos a baterem-se.
As mãos de Capitano subiram dos quadris de Diluc para a barriga dele, imagina-la redonda, cheia dos filhos dele fez a sua mente escurecer completamente, o cheiro de sangue das costas de Thrain que era perfurado pelas unhas de Diluc fez-se presente.
O mensageiro aproximou-se do pescoço de Diluc e mordeu, uma mordida forte e limpa, deixando para trás um rastro de sangue dela, os seus dedos posicionaram-se em cima do útero de Diluc, retirando-as apenas para pegar nas pernas do ruivo, cravando as unhas e puxando-as para cima, deixando Capitano afundar-se mais nele.
Os olhos do moreno ficaram fixos, enquanto Diluc gritou, o pau de Thrain fazia um leve sobressalto logo embaixo do seu útero, se fosse só mais um pouco… E ele foi, batendo contra o colo do útero do ruivo, e isso foi o suficiente, o suficiente para ambos chegarem ao mesmo tempo, Capitano pintando o interior de Diluc enquanto o líquido de Diluc caia sobre o pano já manchado, pelos vistos ele ainda teria que dar explicações à Adelinde.
Um som molhado foi ouvido outra vez enquanto Capitano se retirava de Diluc, e deitava-se ao lado dele, os dois respiravam pesado, o cheiro de suor, semen, e sangue preenchia o quarto, “Tudo bem?” Perguntou, mais uma vez e Dilui assentiu, a sua garganta doía tanto pelos gritos, tanto pelo pau de Capitano nela.
“Bom” Disse o fatui acariciando a mordida que fez em Diluc, “Muito bom.”
